Translate

INVESTBENS CONSULTORIA 01

domingo, 20 de fevereiro de 2011

SANTOS DUMONT * ALBERTO SANTOS DUMONT AERONAUTA




O 14 Bis, uma engenhoca de bambu revestida de linho, tinha 12 metros de envergadura e 10 metros de comprimento, com uma hélice instalada na ré e um motor Antoinette de 50 cavalos. 
No dia 23 de outubro de 1906, depois de uma corrida de 100 metros, ele levantou voo diante de uma comissão do Aeroclube da França. 
O conjunto pesava 160 kgs. Foi um voo de 60 metros, a uma altura entre 2 e metros (depois o avião desabou desajeitadamente no chão), sobre os Campos de Bagatelle, em Paris. 
Deslumbrados, os membros da comissão esqueceram de cronometrar o tempo de voo. 
O brasileiro Alberto Santos Dumont (1873-1932) precisou repetir a proeza. 
No dia 12 de novembro, ele voou 220 metros a uma altura de 4 metros e 21 segundos.  
O avião recebeu esse nome porque, para testar seu equilíbrio, em julho de 1906, Santos Dumont tinha acoplado ao balão nº 14.

 Quando leu, ainda na infância, A volta ao mundo em oitenta dias, de Júlio Verne, Santos-Dumont sonhou em voar. Em 1897, ele subiria pela primeira vez num balão, em Paris. Gostou tanto da experiência que projetou e encomendou seu próprio balão, batizado de "Brasil". Sua idéia, a partir de então, era combinar um balão com motor a explosão e conduzir o aparelho, em vez de deixar que o vento o levasse. Aperfeiçoou um pequeno motor a gasolina e o instalou no novo balão, em forma de charuto, o SD-1. Em 18 de setembro de 1898, ele tentou subir com o balão contra o vento e bateu nas árvores. Seguiram-se outros balões, cada um com uma inovação. O SD-5 explodiu ao colidir contra um telhado, mas o brasileiro escapou ileso. Só o SD-8 jamais existiu. Supersticioso, Santos Dumont abominava o número 8 e as notas de 50 francos. Para abrigar seu invento, Santos-Dumont construiu em St. Cloud, na periferia de Paris, um enorme galpão. Era o primeiro hangar da história da aviação.
Depois de algumas experiências com o SD-15, com o qual pretendia vencer uma prova de vôo de 1 quilômetro em circuito fechado, Santos-Dumont construiu seu terceiro e último avião, o Demoiselle (senhorita, em francês), o primeiro monoplano. Era oito vezes menor que o 14-Bis e pesava 120 quilos, incluindo também o piloto. Com esse avião, ele se divertiu pousando nos parques dos castelos e casas de campo.





Inventor aeronauta, brasileiro, nascido na fazenda Cabangu, próxima a estação de Palmira, hoje denominada Santos Dumont,  Estado de Minas Gerais, pioneiro no uso do relógio de pulso, criador do aeromodelismo e do avião com motor dirigível, inventando a navegação aérea com veiculos mais pesados que o ar, ao realizar o primeiro voo publico com avião capaz de decolar, voar, retornar e pousar com seus próprios meios, sem o auxilio de equipamentos ou dispositivos externos e, por isso mesmo, denominado de pai da aviação. Um dos dez filhos de um engenheiro e magnata do café, Henrique Dumont, a partir das muitas e modernas máquinas utilizadas nos trabalhos com os cafezais desenvolveu sua habilidade para a mecânica.
Impressionado com a obra de Julio Verne, formou-se na Universidade do Rio de Janeiro e foi mandado pelo pai para estudar física, química, mecânica e de eletricidade em Paris (1891), onde se especializou em aeronáutica após realizou sua primeira experiencia com balões (1897). Introduzindo modificações técnicas para dar maior estabilidade, alterou-lhe o centro de gravidade do balão, mediante o alongamento das cordas de suspensão da barquinha destinada ao tripulante, e também utilizou pela primeira vez a seda japonesa, tornando-o mais leve  permitindo suportar maior tensão.
Assim construiu um balão em forma de charuto e com um volume abaixo da média, aproximadamente 20,2 m. de cumprimento por 3,5m. de diâmetro e volume de 180mt3, propulsionado por um motor a gasolina de 4,5HP e deu-lhe o nome de Brasil, o primeiro de uma série, pilotado pela primeira vez  em 4 de julho de 1898, no Jardim Aclimação, em Paris, demonstrando a dirigibilidade dos balões.
A série era diferenciados a medida que eram introduzidas inovações. No número 2 colocou maior potência no motor, no de numero 3 empregou pela primeira vez o gás de iluminação em lugar do  hidrogênio,m mais caro, e o aparelho tinha um formato diferente, mais afiladonas pontas e, para abrigá-lo, construiu um hangar especial, o primeiro do mundo.
No Brasil 4, pilotou sentado numa sela de bicicleta, de onde dirigia e controlava o motor, o leme de direção e as torneiras do lastro, o qual, em vez de areia, compunha-se de 54 litros de água, guardados em dois reservatórios. Esse balão suiu com sucesso em 1º de agosto de 1900, quando se realizavam em Paris a Grande Exposição e o Congresso Internacional do da aeronáutica. No nº 5 apresentou como novidade um motor de 16 HP, ao qual se adaptava uma formação triangular de pinho, com 41 kgs e fabricada pelo próprio aeronauta.
O balão, no entanto chocou-se com um prédio d Paris e o cientista ficou pendurado a vinte metros de altura, mais saiu ileso. Com dirigível Brasil nº 6. que custou cerca de 30 mil dólares, contornou a torre Eiffel, (1901) e voltou ao ponto de partida, (o campo de aerostação de Saint-Cloud) em menos de uma hora, e pelo feito conquistou em Paris o Prêmio Deutsch de la Meurthe (cera de 125 mil francos). Com o mesmo dirigível tentou atravessar o Mediterrâneo (1902), mas caiu no mar, sofrendo seu segundo sério acidente. Em seguida  esteve no Brasil (1903) onde foi tratado como herói nacional e, logo depois, voltou a Paris para continuar construindo balões. Três anos depois (12 de Outubro de 1906),  em Bagatelle, Paris, realizou o primeiro voo mecânico do mundo, voando a dois metros do chão por cerca de sessenta metros. Um mês após, (12 de Novembro de 1906), voou em Paris a seis metros do chão ao longo de 220 metros com o 14 Bis, avião que inventou e construiu. Com este feito ganhou a Taça Archdeacom, instituída para o primeiro aeroplano que  com seus próprios meios se elevasse a mais de 25 m, e o prêmio do Aeroclube da França, para o primeiro avião que fizesse um percurso de cem metros. Após o 14 Bis, criou, chamado Hydro-glisseur (1907), com deslizador aquático, e que foi precursor do hidroavião. Ainda aperfeiçoou o aparelho Demoiselle ou Libellule (1907-1909), uma espécie de modelo de ultraleve com hélice frontal, feito com bambu e seda que, com o piloto, pesava pouco mais de 100kgs. e com um motor de 30 HP. Nele o cientista viveu seu ultimo voo como piloto e atingiu uma velocidade média de 96 quilômetros por hora (1909). Com a saúde declinante e vendo seu invento ser cada vez mais utilizado como instrumento bélico, começou a ter progressivas crises de depressão, agravadas a partir da Primeira Guerra Mundial.  














Maior avião do mundo vai pousar em Guarulhos-São Paulo-SP 

Antonov an 225, Mriya vai carregar um transformador de 155 toneladas que vai tirar uma cidade chilena inteira da escuridão.

Com certeza Orgulho de Alberto Santos Dumont. 

Se você tem voo marcado para a noite de segunda-feira, 14112016, no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, reserve alguns minutos para observar as aeronaves taxiando pela pista. 
Entre elas estará o antonov o antonov an-225 Mriya, o maior avião do mundo, único do seu modelo, dedicado ao transporte de cargas de grandes proporções. O gigante pousa em Viracopos, em Campinas, na manhã da segunda e só à noite chega em Guarulhos, onde será carregado com um transformador de 155 toneladas que vai tirar uma cidade chilena inteira da escuridão. Segundo o a administração do Aeroporto, esta será a maior carga já transportada na história da aviação brasileira e a segunda no mundo.
O Antonov 225, maior aeronave do mundo, com capacidade para transportar 250 toneladas em longas distâncias, pousará no Brasil nesta segunda feira, dia 14 de Novembro de 2016

É a Segunda vez que o avião e seus portentosos 84 metros de comprimento - sete amais que um boeing 747 - aterrissam em solo brasileiro. 
Após parada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, durante a manhã (o horário previsto é de 10,30hrs); chegará ao Aeroporto Internacional de Guarulhos na segunda às 23,30hrs. 
A razão pela passagem é o transporte de um gerador de 150 toneladas de uma empresa de automação empresarial até Santiago do Chile - é a segunda maior carga a ser transportada na história da aviação. 
Uma operação especial foi planejada em Guarulhos para receber o Antonov e para carregar o gerador até o porão da aeronave. 
Permanecerá estacionada no pátio do terminal 2, mas a operação chegará a ocupar sete posições de estacionamento. 
O voo de volta para Santiago do Chile está programado para terça-feira, dia 15 de novembro, às 8hrs. 
Esse é o único Antonov 225 em operação no mundo, é a segunda vez que o avião vem ao Brasil. A primeira vez aconteceu em fevereiro de 2010.


O pouso do Antonov não afeta a operação regular do aeroporto, mas requer cuidados especiais. 

Houve necessidade em redesenhar o pátio, já que a operação de carregamento deve ocupar o espaço de sete aeronaves — explica o comandante Miguel Dau, diretor de Operações da GRU Airport, concessionária do aeroporto que em 2015 passou por obras de alargamento das pistas para receber aviões de grande porte, como o An-225 e o Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo. 

Sem a reforma, a única alternativa seria transportar o transformador pelo mar — as estradas dos Andes não comportariam um caminhão grande o suficiente. A operação será transmitida pelo Facebook da concessionária.

Assim como aconteceu quando a Emirates voou de Dubai para Guarulhos com o A380, a chegada do Antonov deve atrair curiosos apaixonados por aviação. Sem acesso às áreas restritas, observadores como Douglas Barbosa, de 25 anos, se encontram às margens do aeroporto para assistir ao pouso. 

Herança Soviética: Durante a Guerra Fria, enquanto os americanos transportavam o Space Challenger num Boeing 747 de 1966 e adaptado pela Nasa, os soviéticos desenvolveram seu próprio gigante para carregar o ônibus espacial Buran pelos ares. Foi aí que, em 1988, surgiu o primeiro e até hoje único exemplar do An-225 Mriya. Após a queda da União Soviética e o cancelamento do seu programa espacial, o An-225 sucumbiu por anos em um cemitério de aviões na Ucrânia. Só em 2001 um grupo de empresários russos decidiu reformá-lo.

É um momento único, que atiça a curiosidade até de quem não é aficionado por aviação", diz o assistente administrativo, que organiza eventos de observação pelo país e deve acompanhar o pouso do An-225 em Viracopos. Ver o Antonov de perto vai ser surreal. 

É o ápice da aviação. É inacreditável que algo tão grande possa voar. Além do Antonov, outros aviões icônicos também devem passar por Guarulhos amanhã, como o Boeing 757 da banda Guns N'Roses, o trijato MD-11F, cuja versão de passageiros era usada pela Vasp em voos intercontinentais, e o também soviético Ilyushin IL-96, num voo fretado da Cubana de Aviación. Eventos assim consolidam a imagem do aeroporto como uma opção cargueira e provam uma capacidade de flexibilidade operacional para receber qualquer tipo de operação — explicou o comandante Dau.